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DADOS ENCICLOPÉDICOS
(em construção)

Ordem cronológica

Imhotep (provavelmente 2650 a.C. – 2600 a.C.)
Médico, engenheiro e arquiteto egípcio, o mais antigo nome conhecido, por meio de documentos históricos, do que hoje entendemos por cientista. Foi ministro-chefe do faraó Djoser, o segundo da terceira dinastia egípcia. Projetou a Pirâmide de Sacará, conhecida como Pirâmide dos Degraus, e pode ter sido o primeiro a utilizar colunas na arquitetura. É considerado o fundador da medicina egípcia.

– As origens da civilização egípcia não podem ser estabelecidas com precisão, mas evidências arqueológicas sugerem o surgimento de um primeiro reino unificado em 3200 a.C. e das primeiras dinastias entre 3100 a.C. e 2755 a.C., tendo como capital Mênfis, ao norte. Djoser, da terceira dinastia, que reinou entre 2737 a.C. e 2717 a.C. promoveu a unificação nacional e deu início a uma era de ouro para a cultura egípcia.

Amose (viveu provavelmente cerca de 1650 a.C.) Escriba egípcio responsável pelo papiro intitulado Instruções para alcançar o conhecimento de todas as coisas obscuras, trabalho que versa sobre equações matemáticas simples e que atesta a antiguidade da matemática egípcia.

Tales de Mileto (Mileto, 624 a.C. – 546 a.C.) Descendente de fenícios, é o mais antigo filósofo ocidental conhecido, considerado o fundador da ciência e da filosofia gregas, do que passou a ser chamado Escola Jônica. Tornou-se famoso por seus conhecimentos de astronomia, provavelmente adquiridos dos babilônios, que já faziam tais cálculos dois séculos antes, tendo previsto o eclipse do Sol em 585 a.C. Também foi o primeiro a mostrar que a Lua é iluminada pelo Sol. Credita-se a ele a introdução da geometria na Grécia, aperfeiçoada a partir dos egípcios, transformada por ele num estudo abstrato, independente de linhas toscas e imperfeitas, com isso iniciando a matemática dedutiva, que viria a ser sistematizada mais tarde por Euclides. Acreditava que a substância primordial (a essência do universo) era a água, de onde tudo teria se originado e onde tudo se diluiria. Para ele, a Terra era um disco achatado flutuando num oceano infinito. Foi o primeiro a supor que a vida teria evoluído a partir da água por processos naturais, mais de dois milênios antes de Darwin. Realizou experiências com o magnetismo, que na época era apenas uma curiosidade, quando se aproximavam objetos de ferro de certas rochas na cidade de Magnésia, de onde deriva a palavra. Antes dele, as explicações para o universo eram míticas. Seu enfoque no conhecimento através da razão, da observação da natureza, e não nas crenças religiosas foi o nascimento do pensamento científico. Os escritos de Tales não sobreviveram. O que sabemos sobre ele encontra-se nas obras de Diógenes Laércio, Simplício e principalmente na Metafísica de Aristóteles. Tales foi um homem que buscou conhecer a verdade através da observação da natureza, desconsiderando a ação os deuses.

– Nem tudo o que se atribui a uma só pessoa é produto de suas próprias descobertas e conclusões, mas reflete ensinamentos anteriores, provindos de mestres e povos mais antigos. Tales visitou o Egito e provavelmente a Babilônia, onde assimilou a erudição dos pensadores locais.

– Medições astronômicas atuais datam o eclipse previsto por Tales em 28 de maio de 585 a.C. Os medos e os lídios, que estavam prestes a entrar em guerra, temendo o fenômeno, optaram por um acordo de paz e desistiram do conflito armado. Essa batalha que não se realizou tornou-se o primeiro acontecimento histórico datado com absoluta precisão.

Anaximandro (Mileto, 610 a.C. – 547 a.C.) Filósofo, astrônomo, geógrafo e matemático, discípulo e amigo de Tales, considerado o fundador da astronomia grega. É autor do primeiro trabalho escrito sobre o cosmo e a origem da vida. Imaginou a terra em forme de um cilindro no interior de uma sequência de rodas cósmicas concêntricas, sendo o Sol um furo na mais externa das rodas e as estrelas pequenos furos na mais próxima. Pela primeira vez a noção das esferas invadiu o campo da astronomia, o que mais tarde viria a culminar com os sofisticados, porém errôneos, modelos cosmológicos de Ptolomeu. Imaginou a origem do universo pela separação dos opostos, o quente do frio, depois o seco do molhado, de maneira que tudo o que existe retornaria, de uma forma ou de outra, ao seu estado original, por meio de transformações constantes. Para ele, o elemento primordial do universo (apeíron, que significa ilimitado, infinito) não surgiu em algum momento, mas sempre existiu, sendo assim eterno. Considerava a evolução dos animais a partir da lama, do lodo marinho, e do homem a partir dos peixes. Foi o primeiro grego a usar o relógio de sol (gnômon), já conhecido pelos egípcios e pelos babilônios, e o primeiro a fazer um mapa do mundo conhecido, sendo por isso um precursor da cartografia. Também foi um dos primeiros a fazer experiências: pela medição da sombra de uma vareta, pôde calcular com precisão a duração do ano e das estações. Por muito tempo os homens usaram varetas para lutar ou matar, mas Anaximandro as usou para medir os ciclos da natureza.

Pitágoras (Samos, 582 a.C. – Metaponto 497 a.C.) Pouco se pode afirmar sobre a verdadeira biografia desse filósofo, astrônomo e matemático, porque ele se tornou objeto de relatos posteriores por vezes fantasiosos. Mas sabe-se que foi exilado, por razões ainda desconhecidas, para Crotona, Itália Meridional, em 529 a.C. pelo tirano Polícrates, evento que teve como consequência a divulgação e ampliação do conhecimento dos gregos por mais terras do continente. Fundou uma escola mística e filosófica, tendo como símbolo um pentagrama, caracterizada por ser secreta, cultivando a harmonia matemática e o dualismo cósmico essencial. Foi o primeiro a usar a palavra filósofo. O culto pitagórico adquiriu certo poder político nos últimos anos da vida do filósofo, o que motivou uma nova sentença de exílio. O pitagorismo sobreviveu por cerca de cem anos após sua morte. Por volta de 350 a.C. encontrava-se praticamente extinto. O maior êxito científico atribuído a Pitágoras foi a descoberta de que as cordas dos instrumentos musicais produziam um som tanto mais alto quanto mais curtas fossem: a altura do som estava diretamente relacionada com o comprimento da onda sonora. A Acústica (estudo do som) é o único ramo da Física que permanece inalterado desde os tempos dos antigos gregos até os dias de hoje. Pitágoras acreditava que todo o universo podia ser traduzido em números. Tanto ele quanto seus seguidores atribuíam aos números significados místicos, mas o importante é que isso os tenha encorajado a estudá-los. Assim, entre as descobertas mais conhecidas desse grupo estão a questão da raiz quadrada de dois, que não pode ser encontrada entre os números inteiros, e o conhecido teorema de Pitágoras, que se aplica às proporções do triângulo retângulo. É difícil separar a verdade histórica das lendas atribuídas a Pitágoras, porque ele não deixou escritos, e o que se sabe sobre seus trabalhos deve-se a Filolau, que os relatou cerca de um século depois. Assim mesmo, ele é considerado o primeiro matemático, tendo usado pela primeira vez essa palavra (mathematikós, relativo à instrução). Na Astronomia, foi o primeiro a perceber que a Estrela d´Alva (matutina) e a Estrela Vésper (vespertina) eram a mesma – na verdade elas são o planeta Vênus. E, até onde se sabe, foi o primeiro a afirmar que a Terra era esférica. Notou que o Sol, a Lua e os chamados planetas (do grego planétes, errante) não possuíam o movimento uniforme das estrelas, com isso criando a noção de que várias esferas se moviam ao redor de vários planetas, equívoco eliminado por Kepler mais de vinte séculos depois.

Anaxímenes (Mileto, 585 a.C. – 528 a.C.) Discípulo da chamada Escola Jônica, fundada por Tales, concordava com o apeiron de Anaximandro, mas acreditava que o elemento primordial do universo fosse o ar. Segundo ele, o ar podia ser rarefeito, tornando-se fogo, ou condensado, transformando-se em todas as coisas que existem, variando conforme o grau de condensação: vento, nuvem, água, terra ou pedra, o que fazia desse elemento alguma coisa viva e essencial. É possível que essa proposta, bastante aceitável num contexto tão primitivo, tenha sido a origem da associação da ideia de vida com sopro, que se repete em diversas mitologias: seguindo esse raciocínio, a suposta alma humana também seria constituída de ar. Escreveu Sobre a natureza e dedicou-se especialmente à meteorologia (da palavra metéoros, que significa elevado no ar, referindo-se a qualquer coisa que ocorresse na atmosfera terrestre.) Como Tales, foi um dos primeiros a defender que a luz da Lua provinha do Sol. Naquele tempo, os gregos acreditavam que o arco-íris fosse a manifestação de uma deusa, mas Anaxímenes raciocinava que aquilo talvez fosse um fenômeno físico e não sobrenatural. Imaginou que as estrelas fossem fixas e que haviam sido formadas a partir da Terra, como formas rarefeitas de fogo terrestre. Ao contrario de Anaximandro, supunha que as estrelas estariam mais distantes da terra do que o Sol, por isso não produziam calor que pudesse ser percebido – a Terra seria plana e estaria flutuando no ar infinito. Afirmar que todas as coisas são diferentes formas de ar equivale a dizer, atualmente, que todas as coisas são agrupamentos diferentes de átomos ou, na Cosmologia mais recente, que tudo são vibrações de energia a partir dos quarks, partículas subatômicas que formam todas as outras: elétrons, prótons e nêutrons. Por mais estranho que pareça, o raciocínio de Anaxímenes faz sentido e contém o mesmo princípio com o qual a ciência trabalha até hoje, o de que tudo o que existe deve ser formado por variações de um mesmo elemento original.

Eupalino (Mégara, século 6 a.C.) Engenheiro e arquiteto responsável pela construção do que viria a ser chamado Aqueduto de Eupalino, obra encomendada pelo tirano Polícrates, que atravessa uma montanha na cidade de Samos com um túnel de quase 1000 metros de extensão. Era impressionante que os procedimentos de perfuração, iniciados em duas frentes opostas, fossem concluídos com apenas 60cm de diferença. Seus trabalhos revelam uma estética na qual a forma e a função se equilibram ou quase não se distinguem.

– Sabemos, pela sofisticação de suas construções, que alguns povos da Antiguidade dispunham de inúmeros arquitetos e engenheiros brilhantes, porém a referência individual a Eupalino foi a primeira a chegar até nós.

– Polícrates, rei de Samos, além de oprimir seu próprio povo, havia entrado para a pirataria internacional. Grande parte do túnel projetado por Eupalino foi construído por escravos capturados e trazidos em navios piratas.

Xenófanes (Colofon, Jônia, 570 a.C. – 460 a.C.) Poeta e filósofo grego, primeiro pensador a considerar que o planeta Terra sofresse alterações físicas ao longo dos tempos a ponto de se tornar irreconhecível, com isso antecipando em mais de vinte séculos a Geologia moderna. Assim como seu mestre Pitágoras, deixou a Jônia, mas estabeleceu-se em Eleia, Itália Meridional. Não concordava com o misticismo da doutrina pitagórica e propôs que a terra fosse o elemento primordial do universo. Em seus escritos, satirizava a crença nos deuses com forma humana, alegando que se os animais pudessem pintar e esculpir, também fariam deuses à sua própria imagem e semelhança. Apenas alguns fragmentos de seus poemas sobreviveram. Seu pensamento sugerindo que as características do planeta Terra sofressem significativos processos de transformação no decurso dos tempos ficou praticamente abandonado até que Hutton, no século 18, o revestisse de seriedade científica.

James Hutton (Edimburgo, 1726 – 1797) Geólogo escocês, fundador da moderna concepção da evolução gradual da crosta terrestre. Inicialmente estudou nas universidades de Edimburgo, Paris e Leiden, formando-se em Medicina. Trabalhou como químico agrícola e montou uma fábrica de cloreto de amônia cuja renda lhe proporcionou tranquilidade financeira para dedicar-se à investigação de seu maior interesse: a formação do planeta Terra. Rejeitou a teoria do catastrofismo, muito popular em seu tempo, segundo a qual o planeta teria sofrido transformações drásticas e não graduais. Os catastrofistas acreditavam que somente um evento cataclísmico de grandes proporções poderia alterar a formação da Terra, mas Hutton formulou o princípio da uniformidade, pelo qual as forças que atuam hoje sobre o planeta (como o vulcanismo e a erosão) sempre atuaram de uma mesma maneira, numa mesma média de frequência, velocidade e ritmo durante longos períodos de tempo. Isso contrariava os conservadores, que postulavam a idade da Terra em torno de 6000 anos, de acordo com os relatos bíblicos, e por esse motivo Hutton foi combatido por alguns de seus contemporâneos. Hoje conhecido como o Pai da Geologia, reuniu suas ideias no livro Teoria da Terra, publicado em 1785.

– Hutton viveu num tempo em que a Revolução Francesa estava em seu auge, a Inglaterra sofria fortes reações conservadoras, e qualquer ideia nova parecia perigosa. Por isso, sua obra principal só foi reconhecida e popularizada meio século depois de sua morte.

Lise Meitner (Viena, 1878 – Cambridge, 1968) Física austríaca, descobridora da fissão nuclear. Interessou-se por ciência após ler um trabalho da família Curie. Educou-se nas Universidades de Viena e Berlim, num tempo em que as mulheres praticamente não podiam frequentar um curso superior. Foi aluna de Boltzmann e de Planck, o autor da teoria quântica. Em parceria com o químico Otto Hahn, com quem trabalhou durante trinta anos, descobriu um novo elemento, o protactínio. Após a anexação da Áustria pelos nazistas, mudou-se para a Suécia, onde continuou seu trabalho, relacionado à pesquisa sobre a teoria atômica. Em 1939, numa carta à revista Nature, publicou pela primeira vez a explicação física sobre o processo da fissão nuclear, tendo como base a divisão do átomo de urânio em átomos de bário e criptônio. Em suas pesquisas sobre a radioatividade, previu a existência da reação em cadeia. Sua descoberta mobilizou vários outros cientistas, que se uniram e solicitaram ao célebre Albert Einstein que escrevesse uma carta ao presidente americano sobre os perigos da fissão nuclear. Otto Hahn não a mencionou em seu discurso ao receber o Prêmio Nobel de Química em 1944, o que não apenas configurou uma clara injustiça, visto que as descobertas da colega pesquisadora eram até mais relevantes que as dele, como fez Lise pensar que seria esquecida pela posteridade. Mas ao visitar os Estados Unidos em 1946, foi tratada como celebridade: a imprensa americana se referia a ela como “a mulher que saiu da Alemanha com a bomba na bolsa.” Lise Meitner nunca se casou. Sua dedicação à ciência foi absoluta. Com Marie Curie, está entre as mulheres mais importantes da ciência do século 20. Morreu poucos dias antes de completar 90 anos, apenas três meses depois de seu colega Otto Hahn.

– O elemento 109, o mais pesado do mundo, foi chamado meitnério (Mt), em sua homenagem.

David (Joseph) Bohm (Wilkes-Barre, Pensilvânia, 1917 – Londres, 1992) Físico teórico americano, um dos mais criativos cientistas que trabalharam com a mecânica quântica e com a relatividade. Seus cálculos para colisões de prótons se tornaram úteis para o projeto da construção da primeira bomba atômica, razão pela qual perdeu o direito a acessá-los, por ordem das Forças Armadas, que alegaram questões de segurança nacional. Trabalhou com Oppenheimer, conhecido como o Pai da Bomba, contra quem recusou-se a depor durante o Macartismo, a chamada caça às bruxas, promovida pelo senador Joseph McCarthy e que pretendia identificar comunistas. Foi preso por suas posições ideológicas em 1951. Nesse ano publicou seu primeiro livro, Teoria quântica, considerado por Einstein (com quem trabalhou em Princeton) a exposição mais clara que ele já havia lido sobre o assunto. Após ser absolvido, preferiu deixar os Estados Unidos, mudando-se para o Brasil, onde trabalhou como professor da USP. Mais tarde, em 1955, transferiu-se para Israel, onde conheceu sua esposa, que exerceria importante influência sobre suas ideias. Dois anos depois, mudou-se para a Inglaterra, trabalhando na Universidade de Bristol e posteriormente na Universidade de Londres, onde permaneceu até sua aposentadoria. Também participou de pesquisas sobre o cérebro com o neurocientista Karl Pribram, de Stanford.

– O Macartismo foi um período de censura e inquisição nos EUA durante a Guerra Fria. Diversos intelectuais, artistas e cientistas foram cassados, presos ou exilados, acusados de serem comunistas ou simpatizantes desse regime, que na época se associava diretamente à União Soviética. Foi nesse período que o ator e diretor Charles Chaplin, sob a acusação de atividades antiamericanas e sob pressão do FBI, teve seu visto cassado após uma viagem à Inglaterra, sendo proibido de retornar aos Estados Unidos. Assim, a América perdia para sempre um dos maiores talentos individuais do cinema.

Yuri (Alekseyevitch) Gagárin (Gzhatsk, região de Smolensk 1934 – Kirzhach, região de Vladimir 1968) Cosmonauta soviético, filho de um carpinteiro, nascido em uma fazenda coletiva, foi o primeiro homem no espaço. Teve de interromper a escola primária para fugir com seus pais da invasão nazista. Após a guerra, especializou-se em trabalhos de fundição. Na Escola Superior da Força Aérea Soviética chegou a tenente, destacando-se com louvor, e passou a atuar como piloto de provas. Em 1961, escolhido para tripular a nave Vostok (que significa Oriente), permaneceu em órbita por cerca de 90 minutos a uma altura de 250 quilômetros e a velocidades que chegavam a 28000 km/h. Gagárin morreu vítima de um acidente aéreo com um MIG-15, que nunca foi devidamente esclarecido.

– O lançamento do Sputnik (que significa amiguinho ou companheiro) em 1957 foi o marco da Corrida Espacial entre os Estados Unidos e a União Soviética, durante a Guerra Fria. Foi o primeiro satélite artificial da Terra.

Carl (Edward) Sagan (Nova York, 1934 – Seattle, 1996) Astrônomo americano muito conhecido por seu trabalho de divulgação da Ciência. Doutorado pela Universidade de Chicago em 1960, transferiu-se em 1968 para a Universidade de Cornell, onde lecionou Astronomia e Ciências Espaciais. Liderou diversos projetos com apoio da NASA, entre eles o lançamento das sondas exploratórias Mariner e Viking, além da pioneira busca por vida extraterrestre. Escreveu Cosmos, que se tornou uma premiada série televisiva. Entre seus livros, destacam-se Os dragões do Éden (Prêmio Pulitzer) e O mundo assombrado pelos demônios.

– O asteroide 2709 Sagan tem esse nome em sua homenagem.

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