
Mirna e a viking de tranças
De bruços na cama, eu acompanhava os esforços de Mirna das Selvas em suas aventuras solitárias, atento às expressões de seu rosto, tantas vezes ligado por uma trilha de pequenos globos brancos a um balão-nuvem no qual se organizavam espaços e curiosos sinais. Olhos cintilantes perdidos no horizonte das grandes clareiras. Brincos, braceletes de couro. Armas rudimentares. Cabelos negros, longos e revoltos. Agachando-se por alguma estranha pegada. Eu lia em seu rosto suas decisões. E seus silêncios.


