
O circular retorna a seu infinito
Alguém lê um jornal, o que é estranho: não se pode conceber um fato novo, algo que já não tenha ocorrido. Até os eventos que se supõem históricos mendigam sua chance de surpresa, já que não transcendem sua própria muralha de repetição. Por fim, ali está ela: de pé, junto à barra vertical, num agradável conjunto de verão, a que servirá a distrair-me os olhos durante o percurso. Distrair-me, não mais. Ela não tem nome. É a mesma por muitos séculos.








