
Não diga! Eu também…
“Desculpe, qual é mesmo o seu nome?”
“Estela. E o seu?”
Sim, o que ele merecia. Consagrando e consolidando seu caos de motivos siderais. O meu? Júlio. Muito bem. Fácil.
“Estela, me diga”, segurando aquela xícara enorme com as duas mãos. “Você costuma trazer estranhos para a sua casa?”
“Não. Mas vi que você era inofensivo.”
Júlio ouviu uma sirene de polícia a certa distância, provavelmente a alguns quarteirões dali, lá embaixo.
“Obrigado. Aceito a ironia. Não me importo.”








