
Das balanças à justiça: o cego era eu
O doutor Aguiar apresentou-me aos colegas. Naquela época, eu apertava a mão de todo mundo. Antes de conseguir emprego como escriturário, eu já havia sido escravo numa fábrica de balanças. Uma firma antiga, dessas que ostentam logomarcas comemorativas por 50,…








